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Tratamento contra tabagismo cresce 138% no SUS

Publicado por Hariane em 15 de junho de 2026 às 13:00. Atualizado em 15 de junho de 2026 às 13:01.

O SUS entrou junho de 2026 com um novo sinal de pressão sobre a rede básica: a distribuição de remédios para quem quer parar de fumar cresceu 138% entre 2022 e 2025.

O dado foi divulgado pelo Ministério da Saúde e recoloca o tabagismo no centro da agenda pública, agora com impacto direto sobre UBS, farmácias e grupos terapêuticos.

Na prática, a tendência também interessa à zona sul da capital, onde moradores dependem da atenção primária para iniciar tratamento, receber adesivos de nicotina e acompanhamento clínico.

Portal Emagrecer
  1. O que mudou na oferta de tratamento contra o tabagismo?
  2. Por que a procura nas UBS cresceu?
  3. Como esse avanço pode afetar a zona sul da capital?
  4. O que os números revelam para a política de saúde?

O que mudou na oferta de tratamento contra o tabagismo?

Segundo o ministério, o volume distribuído saltou de 19,5 milhões para 46,6 milhões de unidades em apenas três anos.

O avanço inclui medicamentos e terapias de reposição de nicotina usadas na dependência química do tabaco.

Hoje, o SUS trabalha com cinco itens principais para esse cuidado farmacêutico.

  • cloridrato de bupropiona 150 mg;
  • goma de nicotina 2 mg;
  • adesivo de nicotina 7 mg;
  • adesivo de nicotina 14 mg;
  • adesivo de nicotina 21 mg.

A ampliação da oferta indica duas leituras simultâneas: maior procura dos pacientes e expansão da capacidade de resposta do sistema público.

Indicador 2022 2025 Variação
Medicamentos distribuídos 19,5 milhões 46,6 milhões +138%
Atendimentos por tabagismo base de 2022 2,5 milhões +95%
Local principal do cuidado UBS UBS Rede mantida
Itens farmacêuticos ofertados 5 5 Portfólio estável
Campanha de saúde em SP promovendo a redução do tabagismo com apoio do SUS
Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial

Por que a procura nas UBS cresceu?

O próprio Ministério da Saúde informou que 2,5 milhões de brasileiros buscaram tratamento voluntário em 2025, com alta de 95% ante 2022.

Esse movimento foi puxado pela atenção primária, sobretudo nas Unidades Básicas de Saúde, que funcionam como porta de entrada do tratamento.

Além do remédio, a rede oferece consulta, abordagem cognitivo-comportamental e atividades coletivas.

Para bairros populosos da zona sul, esse desenho importa porque reduz a necessidade de deslocamentos longos até ambulatórios especializados.

  • primeira escuta clínica perto de casa;
  • acesso a grupos de cessação;
  • monitoramento de recaídas;
  • encaminhamento quando há comorbidades.

Na rotina das UBS, o tema se conecta a outras doenças crônicas, como hipertensão, DPOC, diabetes e câncer.

Como esse avanço pode afetar a zona sul da capital?

A região concentra áreas densas e trajetos longos entre casa, trabalho e serviço público, o que costuma dificultar adesão terapêutica contínua.

Nesse cenário, quanto mais estruturada estiver a atenção básica, maior a chance de o paciente completar o tratamento.

A lógica é semelhante à observada em entregas recentes da rede municipal, como a nova instalação da UBS Vila Joaniza, em Cidade Ademar, que ampliou consultórios e capacidade de atendimento.

Embora a unidade não tenha sido anunciada por causa do tabagismo, estruturas maiores ajudam a absorver demandas preventivas e de cuidado contínuo.

Isso inclui acolhimento de fumantes, renovação de tratamento e acompanhamento multiprofissional.

  1. o morador procura a UBS de referência;
  2. passa por avaliação clínica inicial;
  3. recebe indicação terapêutica individualizada;
  4. retorna para monitorar abstinência e efeitos adversos.

O que os números revelam para a política de saúde?

O crescimento da procura mostra que o tratamento deixou de ser periférico e voltou a ocupar espaço mais central na política pública.

Também sugere que campanhas, disponibilidade de insumos e organização da atenção primária estão conseguindo converter intenção em atendimento real.

Para gestores, o próximo desafio será evitar ruptura de estoque, ampliar equipes treinadas e manter oferta regular nas unidades de bairro.

Se essa curva continuar em 2026, o impacto pode aparecer não só na cessação do tabagismo, mas também na redução de internações evitáveis.

Para a população da zona sul, o recado é objetivo: o tratamento está mais presente no SUS, mas o resultado depende de entrada rápida na UBS e seguimento contínuo.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Hariane.

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Sobre o Autor: Hariane Garcia é Nutricionista Clínica e Esportiva, atuando como Personal Diet para atletas, praticantes de atividade física e famílias. Desenvolve estratégias nutricionais personalizadas, com foco em alimentação saudável, performance, equilíbrio nutricional e bem-estar.

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