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Investimento da MBRF no mercado de colágeno para saúde e beleza

Mercado de colágeno: MBRF investe R$ 500 mi

Publicado por Hariane em 6 de julho de 2026 às 10:01. Atualizado em 6 de julho de 2026 às 10:01.

O mercado de colágeno ganhou um novo capítulo em 2026, agora pelo lado industrial. A MBRF anunciou um aporte de R$ 500 milhões na Gelprime para ampliar a produção de gelatina e colágeno.

O movimento foge do eixo mais recente de apreensões e regras sanitárias. Desta vez, o fato central é a expansão produtiva, com nova linha de colágeno funcional prevista ainda para o segundo semestre.

Para consumidores da Zona Sul, o tema importa porque o colágeno abastece suplementos, bebidas e alimentos vendidos em redes de farmácia, mercados e lojas de nutrição da capital.

Portal Emagrecer
  1. O que a MBRF anunciou para o mercado de colágeno?
  2. Por que essa expansão é relevante para suplementos e alimentos?
  3. Como o consumidor pode checar se um suplemento é regularizado?
  4. O que muda para quem compra colágeno na Zona Sul?

O que a MBRF anunciou para o mercado de colágeno?

Segundo comunicado reproduzido em cobertura recente, a empresa decidiu reforçar a Gelprime, especializada em gelatina e colágeno, da qual já detém 50% de participação.

O investimento inclui equipamentos modernos e expansão da estrutura industrial. A meta é acelerar uma nova linha de colágeno funcional e ampliar o portfólio.

A companhia informou ainda que a ampliação da linha de colágeno hidrolisado deve entrar em funcionamento em 2027, elevando a oferta para a indústria alimentícia.

Na prática, a aposta mira ingredientes de maior valor agregado, usados em suplementação, bebidas e formulações proteicas voltadas ao consumo diário.

Ponto-chave Dado Prazo Impacto
Investimento anunciado R$ 500 milhões 2026 Expansão industrial
Participação da MBRF 50% na Gelprime Atual Controle compartilhado
Nova linha Colágeno funcional 2º semestre de 2026 Novos produtos
Linha ampliada Colágeno hidrolisado 2027 Mais oferta ao mercado
Capacidade projetada 30 mil toneladas Até 2030 Escala global
Empregos estimados Cerca de 300 vagas Com a expansão Efeito regional
Colágeno 40+: inovação e crescimento no setor de bem-estar
Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial

Por que essa expansão é relevante para suplementos e alimentos?

O colágeno deixou de aparecer apenas em cápsulas e sachês. Hoje, ele entra em bebidas, misturas proteicas, sobremesas e itens com apelo funcional.

A própria MBRF afirmou que a estratégia acompanha a demanda por proteínas e produtos de maior valor. A projeção é que as novas entregas permitam dobrar a capacidade da Gelprime.

Se esse cronograma avançar, a empresa espera chegar a 30 mil toneladas até 2030 e se posicionar entre as cinco maiores globais do segmento.

  • Mais matéria-prima para marcas de suplementos
  • Entrada em categorias além das cápsulas tradicionais
  • Possível aumento da competição entre fabricantes
  • Maior oferta para indústrias de bebidas e alimentos

Para o varejo paulistano, isso pode significar mais variedade nas gôndolas. Mas oferta maior não elimina a exigência de regularização e rotulagem correta.

Como o consumidor pode checar se um suplemento é regularizado?

Em paralelo ao crescimento do setor, a Anvisa mantém o alerta sobre produtos de origem duvidosa, alegações terapêuticas indevidas e composição não comprovada.

No fim de junho, a agência determinou a apreensão do suplemento Artr o 100, descrevendo origem e composição desconhecidas e proibindo venda, distribuição, fabricação, divulgação e uso.

O caso não era de colágeno, mas reforça o ambiente de fiscalização sobre suplementos vendidos no país, inclusive em lojas físicas e online acessadas por moradores da capital.

  1. Verifique no rótulo se há número de registro ou processo.
  2. Confirme o fabricante e o endereço completo.
  3. Desconfie de promessas de cura, anti-inflamação ou efeito médico.
  4. Pesquise a situação do item na base oficial da Anvisa.

A orientação oficial informa que o rótulo deve trazer “Alimento registrado na Anvisa” ou “Alimento notificado na Anvisa”, conforme o enquadramento do produto.

Também é possível usar a consulta pública da agência para verificar se o suplemento está ativo e regularizado antes da compra.

O que muda para quem compra colágeno na Zona Sul?

No curto prazo, a notícia não representa mudança imediata de preço ou regra. O principal efeito é sinalizar que grandes grupos enxergam demanda firme por colágeno.

Em bairros como Santo Amaro, Saúde, Jabaquara, Campo Belo e Vila Mariana, isso tende a aparecer como ampliação de mix em farmácias, mercados e lojas especializadas.

Ao consumidor, o recado continua duplo: o mercado está crescendo, mas a compra precisa ser criteriosa. Expansão industrial não substitui checagem de procedência.

Quem busca colágeno por pele, articulações ou reforço proteico deve comparar rótulo, composição, origem e situação regulatória antes de levar o produto para casa.

Num setor cercado por promessas, a notícia mais relevante de agora é empresarial: o colágeno virou aposta de escala, com investimento pesado e disputa maior por espaço no mercado brasileiro.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Hariane.

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Sobre o Autor: Hariane Garcia é Nutricionista Clínica e Esportiva, atuando como Personal Diet para atletas, praticantes de atividade física e famílias. Desenvolve estratégias nutricionais personalizadas, com foco em alimentação saudável, performance, equilíbrio nutricional e bem-estar.

Editor: Hariane Garcia

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Hariane Garcia é Nutricionista Clínica e Esportiva, atuando como Personal Diet para atletas, praticantes de atividade física e famílias. Desenvolve estratégias nutricionais personalizadas, com foco em alimentação saudável, performance, equilíbrio nutricional e bem-estar.

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