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Campanha de vacinação contra poliomielite em São Paulo, promovendo saúde pública

Vacina poliomielite 2026: governo retoma 2ª dose

Publicado por Hariane em 1 de julho de 2026 às 13:01. Atualizado em 1 de julho de 2026 às 13:02.

O Ministério da Saúde confirmou, no fim de junho, a volta da segunda dose de reforço contra a poliomielite no Calendário Nacional de Vacinação do SUS. A medida recoloca quatro aplicações contra a doença na rotina infantil.

A decisão foi publicada após atualização técnica federal e muda o esquema usado nas salas de vacinação em todo o país. Agora, os dois reforços passam a ser feitos exclusivamente com vacina injetável.

Na capital, a mudança interessa diretamente famílias da Zona Sul, onde UBSs de bairros como Capão Redondo, Cidade Dutra, Campo Limpo e M’Boi Mirim concentram grande procura por imunização infantil.

Portal Emagrecer
  1. O que mudou na vacina contra a pólio em 2026?
  2. Por que o governo retomou o segundo reforço?
  3. Como isso afeta famílias da Zona Sul?
  4. O que pais e responsáveis devem fazer agora?

O que mudou na vacina contra a pólio em 2026?

O novo esquema mantém as três doses iniciais da VIP aos 2, 4 e 6 meses. A alteração está nos reforços, agora previstos aos 15 meses e 4 anos.

Segundo o ministério, a revisão substitui em definitivo a antiga lógica da “gotinha” bivalente pelos reforços injetáveis. A mudança foi baseada em evidências científicas e em estratégias de maior proteção coletiva.

Em nota oficial, o governo informou que o segundo reforço voltou ao calendário infantil a partir da atualização anunciada em 24 de junho.

  • 3 doses iniciais da VIP no primeiro semestre de vida
  • 1º reforço aos 15 meses
  • 2º reforço aos 4 anos
  • Aplicação exclusivamente injetável
Etapa Idade Vacina Situação em 2026
1ª dose 2 meses VIP Mantida
2ª dose 4 meses VIP Mantida
3ª dose 6 meses VIP Mantida
1º reforço 15 meses VIP Mantido
2º reforço 4 anos VIP Retomado
Crianças recebendo a 2ª dose da vacina poliomielite em São Paulo, reforçando a saúde
Imagem ilustrativa gerada por Inteligência Artificial

Por que o governo retomou o segundo reforço?

O Brasil segue sem registrar casos de poliomielite há décadas, mas o Ministério da Saúde avalia que a proteção precisa ser mantida em patamar alto para evitar reintrodução do vírus.

Em comunicado recente, o SUS voltou a orientar que duas doses de reforço passam a fazer parte novamente da rotina nacional de imunização, agora com esquema totalmente injetável.

A leitura técnica é que o novo modelo reduz riscos associados ao uso de vacina oral em cenários de baixa circulação do poliovírus selvagem e padroniza a resposta da rede pública.

O ministério também reforça que a pólio pode causar paralisia irreversível. Por isso, mesmo sem casos recentes no país, o foco é impedir brechas vacinais em crianças pequenas.

  • Evitar queda da cobertura vacinal
  • Bloquear possível reintrodução do vírus
  • Padronizar o esquema com vacina injetável
  • Ampliar proteção na primeira infância

Como isso afeta famílias da Zona Sul?

Na prática, pais e responsáveis devem conferir a caderneta de vacinação das crianças menores de 5 anos. Quem perdeu algum reforço deve procurar a UBS de referência o quanto antes.

Em São Paulo, a rede municipal mantém estratégia de checagem vacinal escolar. A prefeitura informa que a Declaração de Vacinação Atualizada segue como ferramenta para controlar o status vacinal de estudantes em 2026.

Isso pode ganhar peso extra em distritos da Zona Sul com alta densidade populacional e grande circulação entre creches, EMEIs e escolas municipais, onde atrasos vacinais costumam exigir busca ativa.

Para as famílias, o principal efeito é simples: crianças que já tomaram as três doses iniciais ainda podem precisar de conferência para garantir os dois reforços no prazo correto.

O que pais e responsáveis devem fazer agora?

O primeiro passo é verificar a idade da criança e checar se os registros de 15 meses e 4 anos estão completos. Se houver dúvida, a UBS pode consultar o histórico disponível.

A orientação vale também para responsáveis que mudaram de endereço recentemente ou perderam a caderneta. Em muitos casos, o sistema de imunização permite recuperar parte das informações anteriores.

  1. Separe caderneta e documento da criança
  2. Confira se há registro das doses de 2, 4 e 6 meses
  3. Verifique os reforços de 15 meses e 4 anos
  4. Procure a UBS se houver atraso ou dúvida

Para a Zona Sul, onde a demanda nas unidades costuma crescer em períodos de férias e matrícula escolar, a retomada do segundo reforço deve pressionar a busca por atualização ainda neste segundo semestre.

O recado das autoridades sanitárias é direto: a pólio segue eliminada no Brasil, mas só continuará fora do mapa enquanto a vacinação infantil permanecer alta e regular.

Aviso Editorial

Este conteúdo foi estruturado com o auxílio de Inteligência Artificial e submetido a rigorosa curadoria, checagem de fatos e revisão final pelo editor-chefe Hariane.

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Sobre o Autor: Hariane Garcia é Nutricionista Clínica e Esportiva, atuando como Personal Diet para atletas, praticantes de atividade física e famílias. Desenvolve estratégias nutricionais personalizadas, com foco em alimentação saudável, performance, equilíbrio nutricional e bem-estar.

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